DOMINIUM
Passear pelo teu corpo sem pressa, sentindo todos os teus gostos e cheiros, tua pele arrepiada, teu ofegar, te tocando um quase nada, um leve roçar, buscar o lugar que manda teu olho, onde tu mais gostas de ser beijada, e ficar por ali um largo tempo, explorando, conhecendo, sentindo sabores raros, perceber como se modifica ao contato, como se entrega e incha, como encharca e invade minha boca sedenta, e como é bom ver teus olhos se fechando e escutar tuas palavras que pedem, que mandam, que se arriscam, estas palavras sujas que me chamam para que suba e vá beijar tua boca com este novo gosto que a minha ficou, pra nossos olhos se encontrarem e se alimentarem com a expectativa de qual será o próximo passo.
Um tempo assim, te olhando e te beijando, lambendo tua boca, falando no teu ouvido, as melhores e as piores coisas, te tratando bem e mal ao mesmo tempo, sentindo este sabor misturado que tua boca ganhou, sentindo esta mistura de perfume e foda que teu pescoço exala, e deixando no ar este suspense, de fazer ou não o movimento exato com os quadris, ou quem sabe ficar estático, já que tudo se encosta e se toca, e teus gemidos já são o bastante pra me deixar feito um animal perdido, mas como sou patrão e dono, eu te judio, e não te dou ainda o que tu queres, só depois, aos poucos vou te entregar este ouro, por enquanto me contento em sentir tua língua dentro de minha boca e estes teus pedidos de rainha e de puta.
Vou satisfazendo aos poucos tuas curiosidades, me afasto um pouco, volto a me aproximar, e teu corpo todo pede, mas quero ouvir um pouco de tua boca, tua voz transformada, que nunca ouvi assim, quero saber o que tu queres, quero ouvir as palavras, enquanto isto vou te dando pequenas amostras desta sensação, e te cheiro, e te falo baixinho, ao mesmo tempo que faço que entre um pouco, e então quero ver teu rosto, teu olhar, quando tu sentes o calor que ele tem, já dentro de ti, te completando, sei que tu tens uma ansiedade para que eu me precipite e te meta todo, esta tua voz chorosa de menina pidona, falando meu nome e rogando, impertinente guriazinha, mimada, sempre teve suas vontades atendidas, e agora quer tudo, quer todo ele dentro, inteiro, mas te maltrato e não te dou, eu espero, quero que te transformes um pouco mais, eu sei que tu tens esta doida dentro e quero que ela saia, só assim vou decidir te possuir por inteira.
Vejo este cabelo basto contra o lençol, e o seguro, atrás da cabeça tua, pra te beijar mais fundo, este cabelo de mulher linda me inspira isto, este cabelo pede, cheiroso, suave e generoso, na minha mão, tua boca na minha, tua boca pedindo que eu faça tudo, tudo que eu quiser, que não te poupe, que seja novo e diferente, como tu sempre quiseste, que eu invada, seja carinhoso e cretino, que te fale tudo, tudo do bom e do pior, doce e ácido, que te faça dama e quenga, e gosto de observar teu quadril me buscando, me procurando, ávida para que ele entre, para que ele penetre, então deixo, deixo que ele rasgue um pouquinho, pra te ouvir respirar fundo, chorosa, falando palavras duras, pedindo que eu coma, que eu foda, ensandecida, a doida, se dando, se entregando, num gozo que começa e não termina, sentindo o calor que ele emana, a grossura que ele demonstra, entrando, devagar, um pouco mais, até o fundo, te completando.
Inteiro dentro de ti, posso ficar estático, nesta posição, contraindo um pouco, sentindo esta tua temperatura de vulcão, esta lava que escorre por tuas coxas, nossas bocas que já são apenas uma, nosso cheiro misturado flutuando pelo quarto, e teu olhar pedindo, pedindo que eu mova, que eu tome a iniciativa, e fico sorrindo te esperando, tomado por esta sensação de tua pele suave, todo corpo imóvel colado, e teus quadris desesperados buscando um mínimo de movimento, um mínimo que seja e te seguro firme pelo cabelo, toda minha, e lambo, e beijo e chupo, e te ofendo e te mando calar, porque sou eu quem fala, sou eu quem manda, pois estou todo dentro, e vou te dar o que tu queres só quando eu decidir, minha putinha dengosa.
Então me afasto, e deito ao teu lado, e vejo teu olhar de interrogação e te falo que quero ser servido, que tu vais ter de inventar o caminho, e me toco, tenho ele na mão, e te mostro como tu fazes ele ficar, deste jeito tão inchado, e te puxo em direção a ele, para que olhes de perto, mas não toque, para sentires o cheiro que ele tem da nossa foda, nosso cheiro, e como é bom ver esta tua cara de fome com olhos fixos e vesgos, criança na frente do doce, mas te seguro e não te deixo, só te mostro e me toco lentamente pra que vejas como ele baba, tudo por ti minha sacana, com este jeito de santa, mas por dentro esta devassidão escondida, esta sede, desejosa de botar na boca logo, de sentir o gosto, de sentir ele no fundo, morder, chupar, babar neste pau tão teu, irritada que ficas por eu não te dar, por te maltratar assim, te sujeitando pelo cabelo, só te deixando tocar com a mão, pelo menos isto, te deixando agarrar o calor que ele tem, molhado dele mesmo e molhado da tua boceta, molhado da nossa foda.
Então te solto, para que brinques, e acho linda esta cena tua, uma mulher tão bonita, agarrada deste jeito, sorvendo, sugando, gemendo de olhos fechados, lambendo de uma ponta a outra, com ruído, as vezes me olhando, me mostrando esta cara de santa que se torna tão vadia, com esta gana de engolir, de ter o máximo dentro da boca, de acatar minhas sugestões sujas, de passar ele no rosto todo, de bater com ele na cara, tão duro, este pau cretino e perfumado, e esta vontade de sentar logo, mas como sempre, te evito e podes beijar minha boca, por enquanto, e continuar agarrada nele, e me olhar dizendo que te acho muito cadela, que vou te fazer gozar tanto que não vais querer foder com outro, que não vais querer outra pica, que vou te escravizar e dominar, que tenho tudo que tu queres, que vais ser só minha, minha rainha devassa, minha vagaba.
Quero isto agora, tua boca, tua língua e tua palavra, e tua mão bem feita no meu pau é tão bom de ver, este teu jeito exato de segurar e acariciar, de apertar quase machucando, tu é doida, doida por nossa foda, e tua boca não me cansa, este beijo que já nem é mais beijo, é uma boca aberta que já não tem mais como se expressar, uma súplica, então te trago a mim, e deixo que sentes, e que entre todo, e ergo meus braços atrás da cabeça, não te toco com minhas mãos, quero somente te ver cavalgando do jeito que gostas, podes rebolar e mexer, estás livre, sei que queres gozar, então te deixo, sei bem que vais te contorcer, que vais xingar, então quando começar a sentir teu corpo vibrar, sim, vou te abraçar, e vou mexer também, para meter o mais profundo, para que tu possas roçar este grelo na minha pele, e goze tudo que tem pra gozar, e grite e me bata, e se contorça como um animal, vou te acompanhar, até o fim minha puta, até a última gota, até que tu te desmanches no meu peito e fiquemos os dois ouvindo o silêncio da noite que nos olha e ri.
Um tempo assim, te olhando e te beijando, lambendo tua boca, falando no teu ouvido, as melhores e as piores coisas, te tratando bem e mal ao mesmo tempo, sentindo este sabor misturado que tua boca ganhou, sentindo esta mistura de perfume e foda que teu pescoço exala, e deixando no ar este suspense, de fazer ou não o movimento exato com os quadris, ou quem sabe ficar estático, já que tudo se encosta e se toca, e teus gemidos já são o bastante pra me deixar feito um animal perdido, mas como sou patrão e dono, eu te judio, e não te dou ainda o que tu queres, só depois, aos poucos vou te entregar este ouro, por enquanto me contento em sentir tua língua dentro de minha boca e estes teus pedidos de rainha e de puta.
Vou satisfazendo aos poucos tuas curiosidades, me afasto um pouco, volto a me aproximar, e teu corpo todo pede, mas quero ouvir um pouco de tua boca, tua voz transformada, que nunca ouvi assim, quero saber o que tu queres, quero ouvir as palavras, enquanto isto vou te dando pequenas amostras desta sensação, e te cheiro, e te falo baixinho, ao mesmo tempo que faço que entre um pouco, e então quero ver teu rosto, teu olhar, quando tu sentes o calor que ele tem, já dentro de ti, te completando, sei que tu tens uma ansiedade para que eu me precipite e te meta todo, esta tua voz chorosa de menina pidona, falando meu nome e rogando, impertinente guriazinha, mimada, sempre teve suas vontades atendidas, e agora quer tudo, quer todo ele dentro, inteiro, mas te maltrato e não te dou, eu espero, quero que te transformes um pouco mais, eu sei que tu tens esta doida dentro e quero que ela saia, só assim vou decidir te possuir por inteira.
Vejo este cabelo basto contra o lençol, e o seguro, atrás da cabeça tua, pra te beijar mais fundo, este cabelo de mulher linda me inspira isto, este cabelo pede, cheiroso, suave e generoso, na minha mão, tua boca na minha, tua boca pedindo que eu faça tudo, tudo que eu quiser, que não te poupe, que seja novo e diferente, como tu sempre quiseste, que eu invada, seja carinhoso e cretino, que te fale tudo, tudo do bom e do pior, doce e ácido, que te faça dama e quenga, e gosto de observar teu quadril me buscando, me procurando, ávida para que ele entre, para que ele penetre, então deixo, deixo que ele rasgue um pouquinho, pra te ouvir respirar fundo, chorosa, falando palavras duras, pedindo que eu coma, que eu foda, ensandecida, a doida, se dando, se entregando, num gozo que começa e não termina, sentindo o calor que ele emana, a grossura que ele demonstra, entrando, devagar, um pouco mais, até o fundo, te completando.
Inteiro dentro de ti, posso ficar estático, nesta posição, contraindo um pouco, sentindo esta tua temperatura de vulcão, esta lava que escorre por tuas coxas, nossas bocas que já são apenas uma, nosso cheiro misturado flutuando pelo quarto, e teu olhar pedindo, pedindo que eu mova, que eu tome a iniciativa, e fico sorrindo te esperando, tomado por esta sensação de tua pele suave, todo corpo imóvel colado, e teus quadris desesperados buscando um mínimo de movimento, um mínimo que seja e te seguro firme pelo cabelo, toda minha, e lambo, e beijo e chupo, e te ofendo e te mando calar, porque sou eu quem fala, sou eu quem manda, pois estou todo dentro, e vou te dar o que tu queres só quando eu decidir, minha putinha dengosa.
Então me afasto, e deito ao teu lado, e vejo teu olhar de interrogação e te falo que quero ser servido, que tu vais ter de inventar o caminho, e me toco, tenho ele na mão, e te mostro como tu fazes ele ficar, deste jeito tão inchado, e te puxo em direção a ele, para que olhes de perto, mas não toque, para sentires o cheiro que ele tem da nossa foda, nosso cheiro, e como é bom ver esta tua cara de fome com olhos fixos e vesgos, criança na frente do doce, mas te seguro e não te deixo, só te mostro e me toco lentamente pra que vejas como ele baba, tudo por ti minha sacana, com este jeito de santa, mas por dentro esta devassidão escondida, esta sede, desejosa de botar na boca logo, de sentir o gosto, de sentir ele no fundo, morder, chupar, babar neste pau tão teu, irritada que ficas por eu não te dar, por te maltratar assim, te sujeitando pelo cabelo, só te deixando tocar com a mão, pelo menos isto, te deixando agarrar o calor que ele tem, molhado dele mesmo e molhado da tua boceta, molhado da nossa foda.
Então te solto, para que brinques, e acho linda esta cena tua, uma mulher tão bonita, agarrada deste jeito, sorvendo, sugando, gemendo de olhos fechados, lambendo de uma ponta a outra, com ruído, as vezes me olhando, me mostrando esta cara de santa que se torna tão vadia, com esta gana de engolir, de ter o máximo dentro da boca, de acatar minhas sugestões sujas, de passar ele no rosto todo, de bater com ele na cara, tão duro, este pau cretino e perfumado, e esta vontade de sentar logo, mas como sempre, te evito e podes beijar minha boca, por enquanto, e continuar agarrada nele, e me olhar dizendo que te acho muito cadela, que vou te fazer gozar tanto que não vais querer foder com outro, que não vais querer outra pica, que vou te escravizar e dominar, que tenho tudo que tu queres, que vais ser só minha, minha rainha devassa, minha vagaba.
Quero isto agora, tua boca, tua língua e tua palavra, e tua mão bem feita no meu pau é tão bom de ver, este teu jeito exato de segurar e acariciar, de apertar quase machucando, tu é doida, doida por nossa foda, e tua boca não me cansa, este beijo que já nem é mais beijo, é uma boca aberta que já não tem mais como se expressar, uma súplica, então te trago a mim, e deixo que sentes, e que entre todo, e ergo meus braços atrás da cabeça, não te toco com minhas mãos, quero somente te ver cavalgando do jeito que gostas, podes rebolar e mexer, estás livre, sei que queres gozar, então te deixo, sei bem que vais te contorcer, que vais xingar, então quando começar a sentir teu corpo vibrar, sim, vou te abraçar, e vou mexer também, para meter o mais profundo, para que tu possas roçar este grelo na minha pele, e goze tudo que tem pra gozar, e grite e me bata, e se contorça como um animal, vou te acompanhar, até o fim minha puta, até a última gota, até que tu te desmanches no meu peito e fiquemos os dois ouvindo o silêncio da noite que nos olha e ri.

Vc quer que eu diga o quê?
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